Veo que las fechas se tornan más razonables.
Ya no será 2013 la fecha clave para la TTT y la conexión por AV entre Lisboa y Madrid. Y si se habla de 2014 creo que es para que entendamos que antes de 2015 nada de nada.
Y sobre los trenes, en cuanto RENFE se los alquile a CP y pongan sus colores, todos contentos.
Tres ofertas en el concurso del tramo de alta velocidad Lisboa-Poceirão
Incluye la compleja Tercera Travesía del Tajo y el túnel de Barreiro
El concurso público internacional para la concesión de las infraestructuras ferroviarias del tramo Lisboa- Poceirão, de la línea de alta velocidad entre Lisboa y Madrid cuyas ofertas se abrieron el pasado uno de septiembre, contará sólo con tres consorcios concurrentes.
(03/09/2009) La concesión, por cuarenta años, incluye el proyecto, la construcción, la financiación, el mantenimiento y la puesta en marcha del conjunto de infraestructuras ferroviarias del tramo en el que se integra la compleja Tercera Travesía del Tajo y el túnel de Barreiro.
Asimismo, contempla la unión en ancho ibérico e internacional con el nuevo aeropuerto de Lisboa, entre Poceirão y el campo de Tiro de Alcochete, las estructuras compartidas con las infraestructuras de carretera. Además, se construirá un parque de material rodante y talleres en algún punto de los municipios de Barreiro y Moita.
Con una extensión de 34 kilómetros, el tramo, de ancho internacional y doble vía será apto para tráfico mixto y velocidades de hasta 200 km/h, en la travesía del río y el túnel, y hasta 350 km/h, en el resto.
El tiempo de viaje en el tramo será de diez minutos y medio lo que permitirá cumplir con el objetivo de enlazar Lisboa y Madrid en dos horas y 45 minutos y entre Lisboa y Évora en media hora.
Red convencional
El lo que respecta ala red convencional los casi once kilómetros de enlace entre las líneas de Cintura de Alentejo, a través de la travesía del Tajo, se harán con uan vías doble de nacho ibérico preparada también para tráfico mixto. La concesión contempla una nueva estación en la red convencional que se localizará en Barreiro.
El enlace al nuevo aeropuerto de Lisboa, de unos veinte kilómetros contará con dos vías de ancho internacional y dos más de ibérico, todas ellas aptas para tráfico mixto y velocidades máximas de 200 km/h.
Este enlace al nuevo aeropuerto tendrá un tiempo de viaje inferior a los veintitrés minutos en servicio lanzadera desde la estación de Oriente, o en los enlaces directos con la futura línea de alta velocidad Oporto-Lisboa.
Ofertas
El inicio de la construcción de la Tercera Travesía del Tajo y del conjunto del tramo de alta velocidad Lisboa y Poceirão está previsto para 2010 y la entrada en servicio de la línea Lisboa-Madrid para finales de 2013.
La primera de las propuestas recibidas es la del consorcio “Elos–Ligações de Alta Velocidade” en el que se incluyen Brisa–Auto-Estradas de Portugal, Soares da Costa Concessões, Sociedade de Construções Soares da Costa, Iridium, Concesiones de Infaestrutura, Dragados, Lena Concessões e Serviços, Lena Engenharia e Construções, Bento Pedroso–Construções, Odebrecht, Investimentos e Concessões Ferroviárias II, Edifer–Construções Pires Coelho & Fernandes, Edifer –Desenvolvimento de Negócios, Zagope–Construções e Engenharia, Zagope, Banco Millennium BCP Investimento y Caixa Geral de Depósitos.
Este primer concurrente valora el total de las obras en 2.310, 24 millones de euros y el coste medio anual del mantenimiento en 12, 47 millones de euros.
La segunda oferta fija esos valores en 2.198,89 y 12,20 millones de euros, respectivamente y corresponde y ofrece una variante por un valor total de las obras de 2.166,23 millones de euros, y de 11.20 millones anuales para el mantenimiento.
Este segundo consorcio denominado “Altavia Tejo–Infraestruturas de Alta Velocidade” está formado por Mota-Engil, Engenharia e Construções, Mota-Engil Concessões de Transportes, Vinci Concessions,; Vinci Construction Grands Projects, Somague–Engenharia, Teixeira Duarte–Engenharia e Construções, MSF–Moniz da Maia, Serra e Fortunat –Empreiteiros, MSF Concessões, Opway–Engenharia,; Banco Espírito Santo, Esconcessões, Banco BPI, Banco Invest y Alves Ribeiro-Consultoria de Gestão.
La tercera oferta corresponde al consorcio “Tave Tejo“ constituido por FCC Construccion, Ramalho e Rosa Cobetar, Sociedade de Construções, Impregilo, Conduril–Construtora Duriense, Cimolai, y EHST–European High Speed Trains. El valor total que da a las obras es de 1.870 millones de euros y el del mantenimiento anual de 10,74 millones.
Inversión prevista
En las condiciones del concurso de preveía una inversión global asociada a la concesión, para construcción, expropiaciones, equipamiento, diseño y gestión de 1.928 millones de euros. El coste medio anual del mantenimiento, incluyendo conservación, reparaciones, renovaciones, monitorización y gestión se fijé en 19,3 millones de euros.
La remuneración de la futura concesionaria se calculará sobre el nivel de prestaciones de la infraestructura, el del mantenimiento y sobre el tráfico efectivo medido en número de tren/kilómetros.
Noticias de actualidad - Revista VÍA LIBRE - Fundación de los Ferrocarriles Españoles
Concurso Alta Velocidade
Espanhóis e Mota-Engil disputam terceira travessia
Carlos Moura 18-01-2010
Os consórcios TAVE Tejo, liderado pelos espanhóis da FCC, e Altavia Tejo, da Mota-Engil, foram seleccionados para a fase de negociações para o troço Lisboa – Poceirão da futura linha de Alta Velocidade entre Lisboa e Madrid, que inclui a travessia do Tejo. O consórcio FCC Construccion, que integra ainda a Ramalho Rosa, Conduril, Cimolai, Impreglio e EHST, apresentou uma proposta inferior em quase 300 milhões de euros do que o agrupamento liderado pela Mota-Engil e também o preço mais baixo para os custos de manutenção.
Excluído da corrida ficou o consórcio Elos da Brisa e da Soares da Costa, o mesmo que venceu o primeiro concurso para a construção do troço entre o Poceirão e o Caia.
Quem ficou descontente com o resultado do concurso foi o grupo Mota-Engil que acusa o consórcio TAVE de não cumprir o caderno de encargos. Em causa está, alegadamente, o risco de segurança devido à quantidade betão e aço previstas na construção e a redução para metade da espessura das torres de sustentação da futura ponte Chelas – Barreiro, o poderá comprometer a capacidade da estrutura resistir à carga normal. Caso o júri mantenha esta classificação e a mesma seja confirmada pelo Governo, o grupo Mota-Engil poderá apresentar recurso da decisão no tribunal administrativo.
Transportes em Revista Online
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Deputado do PS diz que terceira Travessia do Tejo será rodoferroviária
Ontem
O deputado do PS na Assembleia da República Eduardo Cabrita, eleito por Setúbal, afirmou hoje que a Terceira Travessia sobre o Tejo será rodoferroviária e que este é um processo que está apenas adiado.
"Reunimos no distrito com o ministro Vieira da Silva para discutir esta dinâmica e o ministro reafirmou que o projecto terá a dilação de alguns meses mas que a Terceira Travessia sobre o Tejo teria que ser feita e rodoferroviária", disse Eduardo Cabrita em conferência de imprensa.
O deputado, que é o líder do PS na assembleia municipal do Barreiro, referiu que o secretário geral do PS, José Sócrates, também defendeu que "os investimentos são para continuar" e que a nova ponte irá ser construída "com a máxima celeridade possível".
Eduardo Cabrita defendeu que a adjudicação do troço Poceirão/Caia torna o processo da alta velocidade "irreversível" pois "seria ridículo ficar com meia alta velocidade".
A presidente da concelhia do PS Barreiro, Madalena Alves Pereira, explicou que foram "razões muito fortes" as que levaram a que a obra fosse "reprogramada".
"Não está em causa a sua realização mas sim o momento, pelas razões amplamente divulgadas. As informações que nós foram dadas, por dirigentes nacionais e distritais, é que vai haver nova ponte rodoferroviária, tem é que haver uma reprogramação", explicou.
Madalena Alves Pereira explicou que a actual conjuntura "ultrapassa" a vontade politica, mas garantiu que o PS Barreiro atento e empenhado para que seja relançado o concurso.
"Não nos foi dado nenhum prazo para o adiamento, a expressão utilizada foi no melhor prazo possível", concluiu.
O secretário de Estado dos Transportes disse na sexta feira que o Governo vai anular o concurso para a terceira travessia sobre o Tejo, esperando lançar um novo concurso dentro de seis meses.
O secretário de Estado Correia da Fonseca justificou a anulação do concurso com "a alteração das condições que existiam à data do concurso", de carácter técnico e financeiro, e adiantou que esta decisão vai permitir ao Estado aumentar a comparticipação comunitária no projecto da nova ponte.
"Os fundos comunitários que estavam previstos para o projecto de alta velocidade Lisboa-Porto e Porto-Vigo iriam ser perdidos devido ao facto de ser adiado por dois anos. Para não perdermos [este dinheiro] vamos utilizá-lo na terceira travessia", explicou.
Deputado do PS diz que terceira Travessia do Tejo será rodoferroviária - JN
Tradução com Google Translate:
Sr. PS dice Tajo tercer cruce será el ferrocarril / carretera
Ayer
Sr. PS en el Parlamento, Eduardo Cabrita, elegidos por Setubal, dijo hoy que el tercer cruce sobre el río Tajo es de ferrocarril y que se trata de un proceso que sólo se pospuso.
"Nos reunimos en el distrito con el ministro Vieira da Silva para discutir el impulso y el ministro reiteró que el proyecto se retrasará unos meses, pero que el tercer cruce sobre el río Tajo que había que hacer y por ferrocarril y carretera", dijo Eduardo Cabrita en una conferencia de prensa.
El diputado, que es el líder del Partido Socialista en la Asamblea Municipal de Barreiro, dijo el secretario general del Partido Socialista, José Sócrates, también sostuvo que "las inversiones van a continuar" y que el nuevo puente será construido "con toda la velocidad posible ".
Eduardo Cabrita argumentó que la adjudicación de Poceirão / otoño hace que el proceso de alta velocidad "irreversible", porque "sería ridículo a la mitad de velocidad."
El presidente del consejo de distrito del PS Barreiro, Madalena Alves Pereira, dijo que estaban "muy poderosas razones" a las que inspiraron la obra a ser "reprogramadas".
"No hay duda, pero su fecha de finalización, por las razones ampliamente publicitados. La información que fueron dadas por líderes nacionales y de distrito, es que habrá nueva carretera y puente del ferrocarril, es que hay una reprogramación", explicó.
Madalena Alves Pereira explicó que el actual "más allá" de la voluntad política, pero dijo que el PS Barreiro atento y sensible a ser re-lanzó el concurso.
"Nos dieron ninguna fecha límite para el aplazamiento, la expresión utilizada estaba en el mejor momento posible", concluyó.
El Secretario de Estado de Transportes, dijo el viernes que el gobierno cancelará la licitación para la tercera travesía sobre el Tajo, con la esperanza de lanzar una nueva licitación dentro de los seis meses.
El Secretario de Estado Correia da Fonseca justificó la anulación del concurso con "cambiar las condiciones que existían en la fecha del concurso, técnicos y financieros, y dijo que esta decisión permitirá al Estado a aumentar la participación comunitaria en el diseño de nuevo puente .
"Los fondos que se destinaron a la propuesta de alta velocidad Lisboa-Oporto-Vigo y Oporto se perdería debido a aplazar durante dos años. Para no perder [el dinero] lo usaremos en el cruce de tercera", dijo .
Portugal anula el concurso del tramo Poceirao-Lisboa que incluye la tercera travesía del Tajo
Último tramo portugués de la línea de alta velocidad Madrid-Lisboa
El Gobierno Portugués ha anunciado la anulación del concurso para adjudicar la construcción y explotación del último tramo de la línea de alta velocidad Madrid-Lisboa que incluye la tercera travesía del Tajo con un puente mixto ferrocarril-carretera.
(19/05/2010) Para este último tramo, que no se encontraba en la lista de las infraestructuras portuguesas sacrificadas con las medidas de austeridad aplicadas en Portugal, se anunció primero una revisión el mismo día que se firmaba el contrato de concesión del primer tramo de la línea, Poceirao Caia. Finalmente, según informa el diario lisboeta Publico, el secretario de estado de Transportes, anunció la anulación del concurso -en el que el consorcio Tave Tejo, liderado por la española FCC figuraba con muchas opciones- y el lanzamiento de uno nuevo en un plazo máximo de seis meses.
Siempre según Publico, entre las ofertas presentadas en septiembre la de Tave Tejo presentaba la propuesta financiera más ventajosa, 1.870 millones de euros, frente a los 2.190 de la propuesta del consorcio Alta Vía, liderado por Mota Engil, y los 2.310 de Elos, encabezado por Soares da Costa. Aunque oficialmente no hay notificación, siete meses después de la presentación de las ofertas, parece que el argumento esgrimido para la anulación por el Ministerio de Obras Públicas, Transportes y Comunicaciones portugués se centrará en el cambio de las condiciones técnicas y financieras existentes en el momento de la convocatoria del concurso.
Además, el retraso podría permitir según fuentes gubernamentales portuguesas aumentar la financiación comunitaria de la infraestructura, aprovechando los fondos europeos destinados inicialmente a los proyectos de las líneas Lisboa-Oporto y Oporto-Vigo, cuyo retraso implicaría su pérdida. Así el Ministerio portugués calcula que de los actuales 170 millones de euros financiación comunitaria para la tercera travesía se podría pasar a los quinientos y que el nuevo concurso que podría lanzarse, antes de seis meses, con nuevas especificaciones técnicas que abaratarían la obra y reducirían su impacto en las cuentas públicas portuguesas.
El primer ministro portugués José Sócrates, durante una conferencia del Foro ABC celebrada en Madrid el pasado lunes día 17, aseguró que la línea Madrid-Lisboa se inaugurará según lo previsto en 2013. Sin embargo, en Portugal se da por descontado que el retraso provocará que a la hora de inaugurar la línea en ese año, el tramo portugués sólo tendrá en servicio los 165 kilómetros que separan la frontera española con Poceirao. Además, se observan con interés el destino que puedean tener los recortes presupestarios en España.
Rave, el gestor portugués de infraestructuras estudia ya soluciones para cubrir el último tramo sin penalizar excesivamente la previsión de dos horas y 45 minutos de viaje entre Madrid y la estación de Oriente, en Lisboa. Una terminal provisional en Poceirao con transbordo a trenes convencionales de los Ferrocarriles Portugueses (CP), o en autocares serían soluciones baratas pero poco atractivas para los viajeros al penalizar excesivamente el tiempo de viaje, el confort del servicio y las expectativas económicas de los operadores. Otra posibilidad sería el transbordo más cerca de Lisboa, con una prolongación de la línea de alta velocidad desde Poceirao hasta Pinhal, donde se podría enlazar con la red de trenes suburbanos –poco atractivos para un viajero de alta velocidad- hacia Setúbal, Barreiro y Lisboa.
Así las cosas, la solución más eficaz sería la de los trenes de ancho variable, que necesitarían de un cambiador de ancho en Poceirao, con lo que el operador del servicio, previsiblemente una empresa mixta entre Renfe y CP podría ofrecer tiempos de viaje en el entorno de las tres horas y cuarto. Quizá el mayor problema para aceptar esta solución sea la saturación de las líneas convencionales que atraviesan el puente 25 de Abril que se encuentra cerca del límite de capacidad de circulaciones, con las de cercanías de Fertagus y las de largo recorrido que unen Lisboa y el sur del país.
Portugal anula el concurso del tramo Poceirao-Lisboa que incluye la tercera travesía del Tajo - Revista VÍA LIBRE - Fundación de los Ferrocarriles Españoles
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